Parque Arqueológico do Vale do Côa
Tags:foz coa, gravuras rupestres, património, viagens
Ao nome de Foz Côa podemos associar a descoberta, nos vales dos rios Côa e Douro, de um elevado número de gravuras rupestres do Paleolítico Superior. As gravuras foram vistas pelos pastores e pelos moleiros, deixando alguns destes as suas próprias criações ao lado dos que os antecederam em cerca de duzentos séculos ou mais. E o fozcoense Dr. José Silvério de Andrade, que foi médico, escritor e presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, já nos anos 30 dava notícias de algumas gravuras, que descobrira, ao conceituado Abade de Baçal.
Declarada a suspensão da barragem pelo Governo que acedeu ao poder em Outubro de 1995, devido à descoberta das gravuras, em breve o Vale do Côa, com os diversos “sítios” entretanto identificados ao longo de 17 quilómetros, recebiam a classificação de monumento nacional. A importância destes achados chegou ao conhecimento da UNESCO, que não demorou a considerá-los Património Cultural da Humanidade.
A gestão das visitas às gravuras é feita pelo Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC), sediado em Vila Nova de Foz Côa, junto do qual devem ser feitas as respectivas inscrições para o efeito. A visita requer uma marcação prévia, que pode ser feita através do telefone 279 768 260.
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